domingo, 27 de julho de 2008

Casamentos


Casar é algo que não se faz todos dias, embora eu já seja repetente na matéria...São os convites, a boda, o fotógrafo, as alianças, os brindes, as roupas, o bouquet... Será mesmo necessária tanta pompa e circunstância quando o que conta verdadeiramente é o que sentimos e não o que queremos exibir para os outros, é bonito, tenho de admitir mas será mesmo necessário!? No meu primeiro casamento ao 16 anos ( sim 16 não me enganei ao escrever), a maior burrada que já fiz na vida e não estava grávida, foi tudo muito tradicional houve o registo depois a igreja, a boda...mas a lua de mel é que conseguiu ser o exlibris da coisa, até tive direito a um buraco na parede do quarto provocado por arremesso de objectos contra a parede o que vale é que ele de seguida adormeceu vestido e calçado em cima da cama, espectáculo!!! Hoje em dia não consigo entender porque é que não fugi logo...fui estúpida por pensar que ele mudava e como se costuma dizer " a malta é jovem, não pensa!" e " quando a cabeça não tem juízo o corpo é que paga", é verdade! Mas o tema de conversa não é este o que eu quero dizer é que, por enquanto sou feliz, e a única coisa que fiz para casar foi ir ao registo assinar os papéis, em calças de ganga e camisinha, somente com testemunhas e á noite foram umas quinze pessoas jantar fora e ficou assunto arrumado! Não digo que o meu casamento vá durar para sempre mas ao menos quero aproveitá-lo ao máximo enquanto dura, não é o tipo de casamento que temos que nos vai fazer mais felizes ou infelizes, mas sim aquilo em que torna-mos a nossa vida a dois! Há que saber ceder mas também temos de saber entender que para tudo existem limites e que quando não há respeito, mais vale cada um seguir o seu caminho e não deixar prolongar mais o que não tem remédio. É a vida!

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