sexta-feira, 19 de setembro de 2008

A teoria da treta !!


Há quem minta por necessidade, por compulsividade, por vício, por maldade e quem o faça somente por gosto. As crianças, por exemplo, têm tendência a pregar uma mentirinha ou outra por acharem que isso as safa de um castigo ou de um belo puxão de orelhas, ou seja, na consciência deles mentem por necessidade e todos nós que já passámos por essas idades sabemos que funciona assim. Então e os adultos? Costuma dizer-se que para se ser um bom vendedor tem de ser um grande mentiroso e penso que essa teoria não foge muito ás estatísticas, o que é certo que lábia não lhes falta, basta acreditarem mesmo no que estão a apregoar. Depois há aqueles que são mentirosos natos e mentem com a mesma naturalidade com que tomam um café, levando-nos muitas vezes a acreditar nas tangas que nos dão, pois chegam mesmo a chorar para dar um toque mais real á história. Já conheci quem jurasse a pés juntos que falava a verdade quando afinal mentia com todos os dentes que tinha na boca, mas a naturalidade com que o fazia era tanta que para alguém leigo na matéria, o seu nome do meio era era sinceridade. É preciso ter um cuidado enorme com esse tipo de pessoas pois conseguem estragar a vida de uma pessoa só de abrirem a boca...Coitados, no fundo tenho pena desse tipo de pessoas porque, na realidade, aquilo que nós sabemos que é mentira está de tal maneira interiorizado dentro deles como a mais pura das verdades que acabam por acreditar no que dizem e por viver essa própria mentira. Omitir algo, desde que não prejudique ninguém, é algo que não condeno mas inventar, prejudicar, martirizar alguém só por maldade é algo profundamente repugnante, porque a vida já é difícil e com este tipo de pessoas a ajudar, torna-se insuportável para muito boa gente! O que é é, mas o que não é que fique no seu devido lugar!!

1 comentário:

Anónimo disse...

Infelizmente já fui vitima de uma pessoa assim, eram mentiras atrás de mentiras e eu acreditava.
Mesmo quando a mentira era descoberta, mais uma mentira servia para justificar a outra.